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Jaguar e Land Rover totalmente eléctricas até final da década

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Jaguar e Land Rover totalmente eléctricas até final da década

Reimagine foi o nome escolhido pela Jaguar Land Rover para identificar a sua nova estratégia de empresa para os próximos anos, assente no objectivo de tornar-se num dos fabricantes de luxo mais rentáveis do mundo, bem como na electrificação total das duas marcas que a compõem, Jaguar e Land Rover. Cada qual contará com a sua própria arquitectura independente, por forma a manterem personalidades distintas e únicas, mas ambas concorrerão para o objectivo da Jaguar Land Rover de atingir a meta de zero emissões de carbono na sua cadeia de fornecedores, produtos e operações até 2039.

O plano, com um orçamento anual de, aproximadamente, 2,5 mil milhões de libras (cerca de 3,0 mil milhões de euros), destinado a investimento em tecnologias de eletrificação e no desenvolvimento de serviços conectados, inclui não só a criação de veículos eléctricos a bateria, mas também a adoção da tecnologia das fuel cells, assente no hidrogénio. O desenvolvimento desta solução está já em curso, e os primeiros protótipos vão chegar às estradas do Reino Unido nos próximos doze meses, integrados num programa de investimento de longo prazo.

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Até 2030, Jaguar e Land Rover irão disponibilizar diversos modelos totalmente elétricos, prevendo-se que, então, as vendas da Jaguar sejam já totalmente asseguradas por veículos deste género. No caso da Land Rover, a meta é que, pela mesma altura, cerca de 60% dos automóveis vendidos sejam, igualmente, animados por motorizações exclusivamente eléctricas.

Concretizando, ao longo dos próximo cinco anos, a Land Rover irá lançar seis versões integralmente elétricas nas famílias Range Rover, Discovery e Defender, tendo a primeira chegada ao mercado aprazada para 2024. A marca irá utilizar, por um lado, a nova e flexível plataforma modular MLA (Modular Longitudinal Architecture), mas complementada pela plataforma EMA (Electric Modular Architecture), por forma a poder disponibilizar modelos animados por motores de combustão interna electrificados, e outros de propulsão totalmente eléctricas, à medida que desenvolverá e evoluirá a sua gama de produtos para o futuro.

Quanto à Jaguar, em meados desta década, é certo que irá surgir como uma nova marca de luxo puramente eléctrica, já que todos os seus futuros modelos serão desenvolvidos com base numa arquitectura exclusivamente elétrica. Quando ao XJ, apesar de manter o nome, a sua substituição, já planeada e em curso, não irá integrar a gama, já que a marca pretende tirar pleno partido do seu potencial, que considera único.

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